O “fantasia romântica-trash”

Imagem: Andrés Nieto Porras, no Flickr. Alguns direitos reservados.

O gênero “fantasia urbana” está na moda. Leia aqui um artigo bacana sobre fantasia urbana. Paralelamente há o “paranormal romântico”.
Mas como muitas obras do(s) gênero(s) são, digamos assim, de “nível” questionável, eu proponho um novo subgênero paralelo ao “fantasia urbana” e ao “paranormal romântico”: o fantasia romântica-trash. Saiba mais sobre a definição de trash.

Termos incompatíveis? De jeito nenhum! Vejamos:

  • É só escolher alguns personagens sobrenaturais: vampiros, lobisomens, bruxas, fadas etc., e a história é situada no mundo contemporâneo: aqui já temos o fantasia urbana.
  • Então agora imaginamos um daqueles romances bregas da vovó: romântico.
  • Que tal substituirmos os protagonistas do romance da vovó pelas criaturas fantásticas? Paranormal romântico.
  • E agora a parte divertida: narrativas permeadas por muitos fluidos corporais, muitas vezes flirtando com o gore, a qualidade propositalmente duvidosa, os enredos e/ou caracteres frequentemente inverossímeis, as finalizações muitas vezes absurdas, o escrache explícito: aqui temos o trash.
  • Somando tudo: fantasia romântica-trash!!

Algumas obras: Irmandade da Adaga Negra, True Blood (ainda não li os livros da Charlaine Harris), Criaturas da Noite, Lost Girl, Vampiros de Scanguards, Fallen Angels

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